terça-feira, 29 de outubro de 2013
Antiético e AntiRonaldo.
Nessa última segunda feira (28), o presidente da FIFA, Joseph Blatter, foi contra a ética e a imparcialidade que seu cargo requer e foi totalmente partidário em um questionamento sobre Messi e Cristiano Ronaldo. Participando de um debate esportivo na Oxford Union Society, perguntaram para o mandatário qual dos dois ele achava melhor e a resposta surpreendeu:
- Lionel Messi e Ronaldo - e agora você tem que citar Ibrahimovic também -, são dois jogadores excepcionais, mas totalmente diferentes no futebol. Lionel Messi é um bom garoto. Todo pai e toda mãe gostariam de tê-lo em casa. É um bom homem. Muito rápido, não é exuberante. Joga muito bem, como se estivesse dançando. É isso que o faz tão popular, pois ele é esse cara legal. O outro é como um comandante dentro do campo, mas este é o outro lado do futebol. É bom ter esses comandantes em campo. Isso dá vida ao futebol – analisou Blatter, levantando-se e gesticulando para ironizar o atacante português imitando um soldado (click aqui e veja o vídeo).
No fim, após chamar Ronaldo de 'o outro' e insinuar que o jogador gasta tempo demais cuidando de seus cabelos, finalizou dizendo claramente que, embora goste de ambos, prefere Messi.
A atitude repercutiu de forma negativa por Blatter expor de forma tão direta, sem nenhum pudor, uma preferência pessoal, mesmo sem se importar com a repercussão que a afirmação tomaria por conta de seu cargo. O próprio jogador, tal como seu clube Real Madrid e as confederações espanhola e portuguesa mostraram indignação com o caso. O mandatário rapidamente enviou uma carta pedindo de desculpas para eles, a fim de se retratar do que chamou de 'um mal entendido'. No entanto, já era tarde e seu cargo está ameaçado, pondo em cheque os quatro títulos seguidos de Messi como o melhor jogador do mundo, segundo a entidade.
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